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FACE ON MARS
PARTE 08

 

"O público não quer saber. Basta-lhe ver."

A partir de certa altura tornou-se claro que a Nasa não estava minimamente preocupada em ser apanhada noutra “inverdade”.
Seria apenas mais uma a que ninguém daria atenção, pois o mesmo já acontecera anteriormente e não tinha havido qualquer repercussão a nível de credibilidade popular, até porque os debunkers amadores se encarregavam qual monges de convento em defender o que estava oficializado nos livros escolares como cientificamente sacro-santo.


O caminho estava preparado pelos artigos de debunking nas revistas científicas -verdadeiras- e pelos sites “científicos” onde se pregava a verdadeira ciência (como o website de Phil Plait que se auto intitula “O mau astrónomo”). Tudo estrategicamente distribuído pela internet, ajudava a completar o serviço de desinformação que a partir do final dos anos 90 praticamente entrou em modo de piloto automático.
Portanto desta vez, com Relatório McDaniel ou sem Relatório McDaniel o que importava era fazer chegar aos media aquilo que toda a gente pedia, “Fotografias" !

O facto destas serem depois reveladas como fraudulentas e manipuladas tornou-se irrelevante, pois a partir do momento em que eram mostradas ao mundo pelos principais órgãos informativos e media mundiais, o assunto da Face on Mars estaria para sempre selado e o mundo não se interessaria por assuntos de política interna de terceira linha subsequente; mesmo que mais tarde a Nasa tivesse de admitir ter “preparado” as imagens…
Ninguém iria notar e muito menos estaria interessado em saber.


Até porque toda a gente sabe que a -“data”- captada precisa ser traduzida visualmente e portanto ninguém acreditaria que apenas as fotografias mais polémicas tinham sido alvo de tal -preparação- especial.
Efectivamente, nenhum céptico ou debunker alguma vez perguntou porquê.


Essencialmente a estratégia não podia ter resultado melhor e incrivelmente, mesmo hoje em dia depois da própria Nasa ter admitido nos inquéritos do senado que efectivamente manipulou as imagens com filtros totalmente ilógicos e desnecessários; nunca tendo apresentado qualquer fotografia real aos media, estas imagens continuam a aparecer em tudo o que é documentário, ou artigo de debunking como sendo fotografias legítimas da Face on Mars onde se continua a demonstrar que tudo não passa mesmo de uma montanha sem interesse.


Em discussões nos fórums de internet, então é que não vale mesmo a pena argumentar o que quer que seja, pois os cépticos e debunkers desconhecendo por completo o historial do assunto, acreditam plenamente que o que a Nasa mostrou são fotografias tradicionais.

Sendo assim, para eles, toda e qualquer explicação sobre a origem das mesmas que possamos dar é imediatamente remetida para o popular e conveniente campo da Teoria da Conspiração. Argumento sempre esgrimido e que inviabiliza toda e qualquer troca de impressões posteriores sobre o assunto.

A história das imagens manipuladas da Face on Mars atingiu o ridículo ao ponto das “fotografias” apresentadas como sendo de alta-resolução conterem menos pormenores do que a imagem original captada pela Viking em baixa resolução !!

Isto já se tornou inclusivamente uma anedota nos círculos independentes e também um excelente exemplo de como se pode guiar a opinião pública apenas mostrando o que se pretende, deixando o que não interessa de fora da imagem.
E não esquecer o factor
-nitidez- sempre presente nas fotografias modernas desde que Malin começou a selecionar a -“data”- que seria adequada para compor cada imagem, criando um precedente no acto de -“preparação”- de tudo o que viemos a conhecer como imagens marcianas durante o período em que ele esteve atrás das câmeras das sondas.


E é esta a magia das imagens digitais. Neste caso da Face on Mars e em particular das fotografias da Mars Global Surveyor é absolutamente notável como imagens que ao olho humano parecem realmente de alta-resolução não contêm na realidade informação nenhuma apesar de parecerem -“fotografias”- nítidas !

É esse efeito de nitidez que engana o olhar do público e faz com que todos os cépticos e debunkers amadores que andam pelos forums na internet estejam plenamente convencidos de que não há mais nada para ver e que as fotografias mostram realmente a única realidade presente em Marte.

Pedras.

Ao mesmo tempo foi esta nitidez das fotografias modernas (de alta resolução)
com a total ausência dos detalhes originais quando comparados com os pormenores que foram encontrados na fotografia original dos anos 70 em baixa resolução que fez com que a fraude fosse tão facilmente descoberta pelos analistas de imagem da comunidade independente.

Encontrar mais detalhes em fotografias de uma região marciana captada em baixa resolução nos anos 70 do que naquilo que supostamente são imagens de altíssima resolução obtidas com equipamentos modernos bem superiores pura e simplesmente não faz qualquer sentido.


Alguém teve de remover muitas dessas características geológicas durante a preparação das imagens e neste assunto só temos um suspeito, a Malin Systems.
Mas como referi anteriormente isso não importa, -“fotografias”- obtidas em várias missões já correm mundo e as pessoas não pensam sequer em questionar o que vêem pois … - uma fotografia é uma fotografia.


Não é verdade ?


Basicamente no caso das -“fotografias”- que provam a naturalidade da Face on Mars como se veio a descobrir mais tarde, o que aconteceu foi tão simples quanto isto de forma resumida; a Nasa, (Michael Malin), ao “preparar” as -“fotografias”- para serem enviadas para os media, simplesmente retirou toda a -“data”- digital original que continha a informação sobre os pormenores das imagens e deixou apenas aquilo que causaria a ilusão de alta definição de modo a que o observador leigo nem sequer questionasse a validade dessas mesmas -“fotografias”.

Afinal se a fotografia analógica original tirada nos anos 70 , estava em baixa resolução e toda a gente pedia agora imagens em alta resolução foi precisamente isso mesmo que Malin entregou. Imagens de alta resolução; apenas se esqueceu de referir que na -“preparação”- das -“fotografias”-, tinha usado filtros, que não só reduzem o detalhe como achatam (tornam flat) os pormenores mais volumosos.

Por exemplo qualquer coisa que se pareça com uma casa ou até uma simples pedra mais geométrica, vista de cima, usando um filtro assim poderá imediatamente parecer-se com um quadrado perfeitamente integrado no resto da paisagem pois toda a -“data”- que determina a sombra e o volume de um objecto, é simplesmente ignorada. Isto independentemente da fotografia continuar a parecer aos olhos do observador estar em “alta-resolução” porque o que conta para quem vê a imagem será a ilusão de nitidez e não o conteúdo pormenorizado da mesma.


Isto porque o cérebro humano está programado para reconhecer formas genéricas e nós só prestamos atenção a pormenores quando estes se enquadram nessa definição. Ora o filtro usado impediu que as novas fotografias da Face on Mars mostrassem esses pormenores dessa forma e como tal, para o observador comum não haveria mesmo nada a ver além de pedras e colinas. Mesmo que muitas tenham sido inclusivamente fabricadas por ruído visual originadas pelo filtro “noise”.

Quem não trabalha com imagem nem se apercebe.

Para completar o serviço a Malin Systems ainda lhes aplicou em cima outro filtro de distorção (skew)  que inclusivamente admitiu no inquérito ser completamente inútil e Malin confessou inclusivamente não haver qualquer razão lógica para o ter feito, não dando mais nenhuma explicação porque o fez.

Resultado, as imagens foram a apresentadas como “fotografias” reais aos media e estes encarregaram-se do resto, mostrando ao mundo que tal como a Nasa sempre tinha afirmado a Face on Mars nunca tinha passado de uma vulgar montanha.

Independentemente do uso de todos estes filtros completamente desnecessários, para não dizer inúteis e independentemente dos truques de má iluminação, apesar de tudo as imagens quando comparadas em conjunto continham no entanto detalhes suficientes para se conseguir fazer um estudo mais aprofundado do que a Nasa gostaria que fosse possível, a propósito da simetria confirmada da “estrutura" e também de alguns dos seus detalhes adicionais.

Por muito más que as “fotografias" fossem para serem mostradas a um publico que nunca iria compreender o que estava a ver (pois não tem autorização da Nasa para pensar noutra coisa que não seja em pedras),
estas continham no entanto nova informação que foi extremamente valiosa para os investigadores independentes.

 

Não só se confirmou que na área correspondente aos olhos, havia realmente um espaço que poderia muito bem ser interpretado como uma íris, como a área do nariz seria realmente central e o espaço da boca continuaria para lá da zona que se conhecia de uma forma continuadamente simétrica entre outros pormenores técnicos que me dispenso de descrever mas que o leitor poderá encontrar em sites como o do falecido Dr Tom Van Flandern que estudou detalhadamente a Face on Mars.

Com estes novos dados, partiu-se para uma simulação a três dimensões da anomalia, apenas usando os dados recolhidos e comparando-os com tudo o que já havia sido recolhido anteriormente.


Muitos cépticos a este ponto da minha narrativa argumentarão que se pode alterar muita coisa neste tipo de simulações, mas sinceramente, explicar e rebater agora essa opinião iria remeter-me para uma área técnica que não me interessa de todo explorar agora pois o meu trabalho não tem a intenção de ser um livro técnico, mas sim de divulgação.
Mais uma vez remeto tudo isto para as explicações que podem encontrar tanto no site do
Dr Van Flandern (http://metaresearch.org/) como no video da sua conferência sobre o assunto (entre muitos outros), que encontrarão no meu website, pois no que toca à manipulação de imagem não é com a comunidade independente que o céptico se deveria preocupar, já que, tenho a certeza não se preocupou minimamente, ou questionou a legitimidade do que quer que fosse quando viu a famosa “catbox image” que correu mundo nos telejornais e muito menos questiona o lado mais técnico de qualquer imagem que a Nasa apresente ainda hoje como real.


Para mais detalhes sobre toda a investigação do Dr Tom Van Flandern, consultem a sua página sobre o tema em:
 


http://www.metaresearch.org/solar%20system/cydonia/proof_files/proof.asp

 

 


Portanto caro leitor, se pensa que conhece todas as fotografias da Face on Mars que há para conhecer e se acredita estar bem informado porque a Nasa já lhe mostrou as imagens que provam que a curiosa anomalia não passa mesmo de um monte de pedras, então chegou a essa conclusão acreditando em imagens que foram imediatamente desmontadas na altura com uma precisão tão detalhada pela comunidade independente que a Nasa nem se fez rogada em admitir o uso de filtros incorrectos.


Se estamos perante apenas um grupo de pseudo-cientistas como alegam os debunkers, então à Nasa bastava apenas manter-se calada. No entanto foi pressionada para clarificar as coisas pelo congresso americano e ao fazê-lo foi apanhada novamente em “inverdades” sobre Cydonia.


Na realidade isto não lhes causou qualquer problema, pois tal como tinha acontecido com os carregados céus vermelhos de marte nos anos 70, também lhes bastou agora apresentar outra imagem manipulada aos media mundiais para incutir na cultura popular a ideia de que tudo já estava mais que explicado e é essa percepção que ainda hoje permanece na base da opinião de todo e qualquer céptico, até dos mais honestos.
Acima de tudo o céptico recusa acreditar que alguma vez tenha existido qualquer manipulação de imagens e como tal a Nasa pode continuar a fazer o que bem entende de forma a conseguir tirar dividendos políticos e económicos das suas descobertas na altura certa como tem vindo a acontecer ao longo dos anos em ritmo de conta-gotas.

A tal ponto o método de desinformação é eficaz que ainda hoje o mainstream usa imagens como a “catbox” em documentários e peças de descredibilização a propósito da Face on Mars convencidos que estão a mostrar fotografias verdadeiras e não apenas imagens digitais manipuladas como já referi e volto a referir agora.

Isto porque para a opinião pública o -ver para crer- é o que conta mesmo e nesta era do digital muita gente ainda pensa que uma imagem digital garante a mesma reprodução directa daquilo que se fotografa que uma imagem antiga analógica proporcionava e nem faz ideia que aquilo que nos chamamos de fotografia é essencialmente uma colecção de dados digitais que podem ser retirados ou manipulados à vontade do fotógrafo ou do “preparador” de uma forma que antigamente não era possível a um nível tão profundo.


A única vez em que a Nasa foi realmente apanhada em horário nobre falsificando dados científicos foi há já alguns anos atrás quando o programa “60 Minutes” emitiu aquela excelente reportagem de investigação a propósito da manipulação de resultados e falsificação de experiências sobre o aquecimento global mas curiosamente nesse assunto ninguém remeteu a reportagem para o campo da teoria da conspiração e toda a gente que estava atenta, ficou estupefacta por a Nasa afinal também mentir com todos os dentes quando a coisa lhe trás vantagens políticas, científicas e académicas.
Coisa que muita gente já preferiu esquecer.


Se a reportagem do “60 Minutes” em vez de ter sido sobre as fraudes da Nasa em relação ao aquecimento global, tivesse sido sobre as fraudes da Nasa em relação a Marte, haveriam de aparecer cépticos e debunkers histéricos por todo o lado a contestar a validade da investigação jornalística.


No entanto, por se tratar de um tema socialmente aceite pelo mainstream como - real - toda a gente o levou a sério.
Mal ou bem, a reportagem do “60 Minutes” serviu pelo menos para provar que a Nasa é tudo menos uma organização científica honesta e afinal esconde muito do que sabe sobre vários assuntos, não tendo qualquer pudor em falsificar dados científicos quando precisa de o fazer para manter o controlo e as aparências.
Portanto se isto é real para um tema socialmente aceite como realistico, porque haveria de ser diferente no caso da polémica sobre Marte ?!

Não será por falta de provas certamente, mas por falta de vontade de investigar.
Por isso fica de novo a pergunta com que abri o tema sobre a Face on Mars.
Por onde andam os jornalistas afinal ?…


Um bom exemplo da forma como o público ainda está habituado ao conceito de fotografia tradicional quando actualmente este praticamente já não existe, está na comparação das imagens da Face on Mars captadas pela MGS (Mars Global Surveyor), com as que há poucos anos atrás foram obtidas pela nossa agência espacial europeia, a ESA.

Certamente muitos dos leitores estariam a perguntar-se sobre qual a posição dos Europeus nisto tudo desde que começaram a ler o meu texto e a resposta é ao mesmo tempo muito simples e complexa.
Mostramos duas “fotografias” aparentemente semelhantes a um leigo e este imediatamente afirmará não perceber onde está a diferença, pois mais uma vez aos olhos do observador afinal a imagem americana é tão nítida quanto a imagem europeia e portanto mais uma vez a conclusão até de um céptico honesto é a de que afinal não haverá mesmo nada de errado com as “fotografias” da MGS pois se a fotografia da ESA aparente mostra algo semelhante então todo o argumento a propósito da alegada manipulação de fotografias americanas cai por terra e tudo não passou mesmo de uma Teoria da Conspiração.

Ora, a diferença está precisamente na “data” que uma contém e outra não.

As fotografias de ESA apesar de a um primeiro olhar parecerem mostrar uma montanha tão natural como aparece nas fotografias americanas quando analisadas a um nível profissional (don´t try this at home folks) contêm a tal informação que estava ausente nas imagens manipuladas da MGS.


As fotografias da ESA só pecam por não serem imagens que tiveram por objectivo fotografar a Face on Mars em exclusivo e esta aparece sempre em contexto da restante geografia em redor.
No entanto mesmo assim, como bem referiram os cientistas da comunidade independente que defende a hipótese de artificialidade,
as imagens da Face on Mars europeias contêm na sua -data- todos os detalhes que tinham misteriosamente sumido das -“fotografias”- da MGS -“preparadas”- por Michael Malin anos antes !


Quando comparadas com a fotografia original dos anos 70 finalmente pôde-se confirmar que os tais detalhes que a Nasa sempre garantiu serem apenas - “… um truque de luz e sombra.” - afinal existem mesmo.
Novamente isto agora levar-me-ia por caminhos técnicos que não fazem parte do meu objectivo de divulgação genérica aqui, mas essencialmente posso referir que graças às imagens da ESA conseguiu-se confirmar pormenores como os da área “ocular”, a estrutura “nasal” e principalmente aquilo que muita gente julga poder representar até “dentes” na área do interior da boca.

O que importa aqui é o seguinte…Aparentemente iguais aos olhos do observador que contempla um site na internet, a verdade é que para os investigadores independentes as imagens da ESA foram uma lufada de ar fresco na confirmação da hipótese de artificialidade no que toca à formação da Face on Mars e só não se conseguiu avançar mais porque ainda se aguarda que a ESA possa vir a fotografar em exclusivo a formação.

 

Acima de tudo, a Face on Mars da ESA confirmou muito daquilo que é realmente importante nesta análise da anomalia e ao contrário do que o público pensa não tem a ver com imagem mas sim com conceitos mais abstractos como proporção, simetria e probabilidade entre muitos outros factores que analisados a fundo são aquilo que desde há mais de trinta anos tem vindo consistentemente a transformar cientistas inicialmente cépticos em novos defensores da hipótese artificial.


O debunker típico normalmente ataca o assunto como se a Face on Mars só pudesse ser real se esta aparecesse numa fotografia em total estilo cinemático.
Por um lado ridiculariza o tema dizendo que tudo não passa de fantasias inspiradas por filmes de Hollywood, mas depois é o primeiro a exigir imagens saídas do cinema como única prova capaz de o fazer acreditar que a possibilidade de artificialidade poderá ser real !


Ora acontece que neste assunto da Teoria Arqueológica Marciana, aquilo que é apregoado pelos cépticos quando tentam desvalorizar o tema, na verdade só existe na cabeça deles e não deixa de ser fascinante como todos pensam da mesma forma; o que só demonstra que a haver aqui alguém extremamente influenciado por Hollywood e pelos X-FILES, não serão as pessoas que como eu, defendem ou acompanham a temática há mais de trinta anos mas sim quem tenta ridicularizar a questão baseando-se essencialmente na sua própria imaginação e numa ideia assente na falta de informação sobre o assunto que pretendem desmistificar.


E neste caso, isso traduz-se logo naquela ideia errada que desde o início passou para a cultura popular de que quem defende a hipótese artificial da Face on Mars acha que a anomalia será uma escultura. Uma cabeça, uma estátua esculpida a escopo e martelo ao melhor estilo clássico.

Ora isso não pode estar mais incorrecto.
Nunca ninguém viu esta estrutura como algo assim.
Por um simples motivo… a Face on Mars tem uma base de pelo menos 2Km de extensão e como tal, teria de ter sido “esculpida” por marcianos muito grandes se assim fosse.

Portanto caro leitor, pode descartar essa imagem da sua mente se era essa a sua percepção a propósito da Face on Mars. Nunca ninguém pensou que isto fosse algo mais do que uma montanha natural, ao contrário do que muita gente tenta fazer crer junto dos media e do público leigo que chega agora a esta questão.

 

 

A SEGUIR: "O que é a Face on Mars."

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